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— Revista Intermídias (@Intermidias) December 29, 2015
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29 de dezembro de 2015
Artigos do colóquio Narrativas Interativas
21 de dezembro de 2011
Gilles Deleuze: bibliografia publicada no Brasil e outros textos e vídeos
Gilles Deleuze (1925-1995), filósofo francês, vinculado aos denominados movimentos pós-estruturalistas, categorizações que o próprio Deleuze questionava pelo que trazem, ainda, da visão e luta pelo idêntico. Suas teorias acerca da diferença e da singularidade nos desafiam a pensar em temas como rizoma, ontologia da experiência, a teoria do que fazemos, a virtualidade e a atualidade. |
Deleuze, assim como Foucault, foi um dos estudiosos de Kant, mas tem em Bergson, Nietzsche e Espinosa, poderosas intersecções. Professor da Universidade de Paris VIII, Vincennes, Deleuze atualizou idéias como as de devir, acontecimentos, singularidades, enfim conceitos que nos impelem a transformar a nós mesmos, incitando-nos a produzir espaços de criação e de produção de acontecimentos-outros. Em sua vida, Deleuze fez tanto críticas ao marxismo como ao freudismo, ponderando-os como representantes de um 'burocratismo fundamental'. Acima de tudo, Deleuze nos convida a experimentar junto com ele suas idéias, sem nos tornarmos representantes de deleuzianismos, ou de um pensamento deleuziano. Muito mais experimentar com Deleuze, sem se filiar, fazer alianças sempre, intensas, porém não eternas ou mesmo de subserviência! O tema da intensidade e das produções entre atual e virtual, tão caros a Deleuze, atravessam cotidianamente a área de EAD.
Trata-se de uma filosofia do acontecimento, uma filosofia da multiplicidade, cujas bases rompem com a filosofia do sujeito, da consciência. Propõe lidar com a criação de conceitos e com a produção de acontecimentos que os atualizem no perpétuo jogo entre virtuais e atuais. Deleuze torce a concepção de desejo entrelaçado com as idéias de Nietzsche, de vontade de potência, inventando outros jeitos de ser, pensar e viver, intensamente atravessados por acontecimentos, intensidades nesses acontecimentos como experimentações. Trabalha esse acontecimento como uma processualidade da formação. A filosofia a que se propõe, que defende e buscou praticar é então constituída por três instâncias correlacionais: o plano de imanência que ela precisa traçar, os personagens filosóficos que ela precisa inventar e os conceitos que deve criar. Portanto, uma filosofia é examinada, em sua concepção, o que nos invoca dimensões de praticidade, de experimentação, um alento pelo que ela produz e pelos efeitos que causa. Os conceitos filosóficos são válidos na medida em que sejam verdadeiros, mas uma verdade regulada por interesses e importância. Mais, pelo que os mesmos provocam na prática e pela prática. Como nos deixamos atravessar, afetar e atravessamos a produção desses conceitos, dessas idéias-experimentação. Nesse ponto Deleuze nos instiga ao dizer, "não acredito naqueles que dizem 'faça isso'; acredito naqueles que dizem 'faça comigo', enfim". Também não se assumir como professor-profeta, que diz ao outro o que fazer e como fazer. Muito mais um professor militante, que, junto e a partir do de dentro, constrói coletivamente. É a esse Deleuze que nos referimos.
Trata-se de uma filosofia do acontecimento, uma filosofia da multiplicidade, cujas bases rompem com a filosofia do sujeito, da consciência. Propõe lidar com a criação de conceitos e com a produção de acontecimentos que os atualizem no perpétuo jogo entre virtuais e atuais. Deleuze torce a concepção de desejo entrelaçado com as idéias de Nietzsche, de vontade de potência, inventando outros jeitos de ser, pensar e viver, intensamente atravessados por acontecimentos, intensidades nesses acontecimentos como experimentações. Trabalha esse acontecimento como uma processualidade da formação. A filosofia a que se propõe, que defende e buscou praticar é então constituída por três instâncias correlacionais: o plano de imanência que ela precisa traçar, os personagens filosóficos que ela precisa inventar e os conceitos que deve criar. Portanto, uma filosofia é examinada, em sua concepção, o que nos invoca dimensões de praticidade, de experimentação, um alento pelo que ela produz e pelos efeitos que causa. Os conceitos filosóficos são válidos na medida em que sejam verdadeiros, mas uma verdade regulada por interesses e importância. Mais, pelo que os mesmos provocam na prática e pela prática. Como nos deixamos atravessar, afetar e atravessamos a produção desses conceitos, dessas idéias-experimentação. Nesse ponto Deleuze nos instiga ao dizer, "não acredito naqueles que dizem 'faça isso'; acredito naqueles que dizem 'faça comigo', enfim". Também não se assumir como professor-profeta, que diz ao outro o que fazer e como fazer. Muito mais um professor militante, que, junto e a partir do de dentro, constrói coletivamente. É a esse Deleuze que nos referimos.
Falar de Deleuze é exercer, de antemão, algumas escolhas, saber que se estará operando em dobras, resultantes, efeitos e promotoras de outras dobras. É falar de uma das múltiplas dobras que se intensificam em EAD, as dimensões de presença, desnaturalização da distância, desnaturalização do pensar, desnaturalização do experimentar. |
Ao conceber a vida como acontecimento que se produz como um devir, um fazer-se, Deleuze vem nos desafiar com uma lógica do sentido, não com categorias entrincheiradas, fazendo abstrações dos acontecimentos num a priori, já dado e já equacionado. Assim, a realidade proposta já está dada, de antemão. Os acontecimentos, e assim os buscamos ver e especialmente viver em EAD são singulares e, como tal, não previsíveis na lógica de uma matriz identitária, na qual tudo está definido. Não se imita, pois, ao criar, se está abrindo passagem para outros processos que não o idêntico, o identitário. São modos de subjetividade coletiva sempre se fazendo, acontecendo. Ao tratar de Deleuze, lidamos com uma ética do acontecimento, em cuja internalidade se busca não o tempo constituído pela continuidade e eternidade, mas o aberto pelo intempestivo da atualidade, sem categorias fixas, pelo qual o sujeito torna-se diferente do que é, sendo ele mesmo. Desafia-nos, nessa linha, entre outras, à idéia de que a educação é rizomática, segmentada, fragmentária, não está preocupada com a instauração de nenhuma falsa totalidade. Não interessa criar modelos, propor caminhos, impor soluções. Importa fazer rizoma, conexões, trabalhando o "entre dois", entre as coisas, no intermezzo. Sentidos para esses movimentos, passagens?
Assumir a potência do pensamento ao colocar-se o mais perto possível do infinito, pois um pensamento é tanto mais criativo quanto menor for seu abrigar.
Assumir a potência do pensamento ao colocar-se o mais perto possível do infinito, pois um pensamento é tanto mais criativo quanto menor for seu abrigar.
O método de Deleuze rejeita o recurso às mediações. É por isso que ele é essencialmente antidialético. A mediação é exemplarmente uma categoria. Ele nos propõe a produção imanente sem a mediação. Deleuze nos provoca com idéias de pensar e de criar conceitos, como dispositivos, ferramentas, algo que é inventado, criado, produzido, a partir das condições dadas e que opera no âmbito mesmo destas condições. O conceito é um dispositivo que faz pensar. Nossa prática, como intercessores, colocam-nos em condição de não se refugiar na "reflexão sobre", mas de operar, criar, experimentar, sem ser "agitando velhos conceitos estereotipados como esqueletos destinados a intimidar toda criação, (...) [não se contentando] em limpar, raspar os ossos" (Deleuze e Guattari, 1992, p. 109). Deixando emergir as multiplicidades, tais como conceitos e experimentações que se criam na frutífera parceria entre Deleuze e Guattari.
Obras
DELEUZE, Gilles. Bergsonismo. São Paulo: Ed. 34, 1999.
DELEUZE, Gilles. Conversações. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1992.
DELEUZE, Gilles. Crítica e clínica. Rio de Janeiro: 34, 1997.
DELEUZE, Gilles. Kafka, por uma literatura menor. Rio de Janeiro: Imago, 1977.
DELEUZE, Gilles. Diferença e repetição. Rio de Janeiro: Graal, 1998.
DELEUZE, Gilles. Empirismo e subjetividade. São Paulo: 34, 2001.
DELEUZE, Gilles. Espinosa. Filosofia prática. São Paulo: Escuta, 2002.
DELEUZE, Gilles. Foucault. Lisboa: Veja, [1987].
DELEUZE, Gilles. Imagem-tempo. São Paulo: Brasiliense, 1990.
DELEUZE, Gilles e GUATTARI, Félix. O Anti-Édipo. Rio de Janeiro: Imago, 1976.
DELEUZE, Gilles e GUATTARI, Félix. O que é filosofia. Rio de Janeiro: 34, 1992.
DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil platôs. Ano zero. Rostidade. Volume III. Rio de Janeiro: 34, 1996.
DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil platôs. Introdução: Rizoma. Volume I, Rio de Janeiro: Ed. 34, 1995.
DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil platôs. Postulados da Lingüística. Volume II. Rio de Janeiro: 34, 1995.
DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil platôs. Devir-Intenso, Devir-Animal, Devir-Imperceptível. Volume IV. Rio de Janeiro: 34, 1995.
DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil platôs. Tratado de nomadologia: a máquina de guerra. Volume V. Rio de Janeiro: 34, 1995.
DELEUZE, Gilles & PARNET, Claire. Diálogos. São Paulo: Escuta, 1998.
DELEUZE, Gilles. Conversações. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1992.
DELEUZE, Gilles. Crítica e clínica. Rio de Janeiro: 34, 1997.
DELEUZE, Gilles. Kafka, por uma literatura menor. Rio de Janeiro: Imago, 1977.
DELEUZE, Gilles. Diferença e repetição. Rio de Janeiro: Graal, 1998.
DELEUZE, Gilles. Empirismo e subjetividade. São Paulo: 34, 2001.
DELEUZE, Gilles. Espinosa. Filosofia prática. São Paulo: Escuta, 2002.
DELEUZE, Gilles. Foucault. Lisboa: Veja, [1987].
DELEUZE, Gilles. Imagem-tempo. São Paulo: Brasiliense, 1990.
DELEUZE, Gilles e GUATTARI, Félix. O Anti-Édipo. Rio de Janeiro: Imago, 1976.
DELEUZE, Gilles e GUATTARI, Félix. O que é filosofia. Rio de Janeiro: 34, 1992.
DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil platôs. Ano zero. Rostidade. Volume III. Rio de Janeiro: 34, 1996.
DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil platôs. Introdução: Rizoma. Volume I, Rio de Janeiro: Ed. 34, 1995.
DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil platôs. Postulados da Lingüística. Volume II. Rio de Janeiro: 34, 1995.
DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil platôs. Devir-Intenso, Devir-Animal, Devir-Imperceptível. Volume IV. Rio de Janeiro: 34, 1995.
DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil platôs. Tratado de nomadologia: a máquina de guerra. Volume V. Rio de Janeiro: 34, 1995.
DELEUZE, Gilles & PARNET, Claire. Diálogos. São Paulo: Escuta, 1998.
Textos:
- O Abecedário de Gilles Deleuze - Gilles Deleuze
- Anti-Oedipe et Mille plateaux - Gilles Deleuze
- L'ile déserte et autres textes - Gilles Deleuze
- O Vocabulário de Deleuze - Gilles Deleuze
Vídeos:
- http://www.youtube.com/watch?v=oAH6wLW6W2k&mode=related&search - Création Artistique (1)
- http://www.youtube.com/watch?v=xVtDfJZDg4U&feature=related - Création Artistique (2)
- http://www.youtube.com/watch?v=cjY217bNkPo&feature=related - nom amo le lezioni catedratiche
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional - UFRGS
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Educação,
Filosofia,
Gilles Deleuze
13 de outubro de 2011
30 livros de Comunicação para download: Baixe Grátis Aqui
A Universidade da Beira, em Portugal, disponibilizou uma série de livros relacionados com a área decomunicação para download grátismediante autorização de seus respectivos autores e editoras. A maior parte dos livros foi lançada entre os anos de 2010 e 2011.
Confira quais são os livros disponibilizados pela universidade portuguesa:
Tradição e Reflexões: Contributos para a teoria e estética do documentário
Autor: Manuela PenafriaA obra fala do processo de produção de um documentário e mostra exemplos de histórias colocadas neste formato, como por exemplo o movimento operário brasileiro dos anos 70 ou até mesmo durante a era franquista espanhola.
Pragmática: Comunicação Publicitária e Marketing
Autor: Annamaria Jatobá Palacios e Paulo SerraA coletânea divulga textos de pesquisadores portugueses, espanhóis e brasileiros com produção acadêmica voltada para a investigação de mecanismos linguístico-discursivos desenvolvidos por diferentes práticas sócio-discursivas, a exemplo da publicidade, comunicação organizacional e marketing.
O admirável Mundo das Notícias: Teorias e Métodos
Autor: João Carlos Correia
Radiojornalismo hipermidiático: tendências e perspectivas do jornalismo de rádio all news brasileiro em um contexto de convergência tecnológica
Autor: Debora Cristina LopezA autora analisa emissoras all news brasileiras e se insere no contexto da revolução que afeta o rádio contemporâneo.
Jornalismo e convergência: Ensino e práticas profissionais
Autor: Claudia Quadros, Kati Caetano e Álvaro LarangeiraNesta obra pesquisadores do Brasil, Espanha, Portugal e México discutem novas propostas teórico-metodológicas para o ensino do jornalismo digital. Diversas experiências de ensino também são relatadas, evidenciando problemas, busca de soluçoes, improvisações e criatividade diante de estruturas ainda em desenvolvimento do sistema de ensino.
A Gazeta “da Restauração”
Autor: Jorge Pedro Sousa (Coord.); Maria do Carmo Castelo Branco; Mário Pinto; Sandra Tuna; Gabriel Silva; Eduardo Zilles Borba; Mônica Delicato; Carlos Duarte; Nair Silva; Patrícia Teixeira
Retórica e Mediatização: As Indústrias da Persuasão
Autor: Ivone Ferreira & Gisela GonçalvesA obra mostra de que modo as novas mídias contribuem para a persuasão sobre produtos, marcas ou ideias políticas e até que ponto a retórica mediatizada tem acompanhado a evolução tecnológica e se adaptado às novas ferramentas comunicacionais. Além disso o livro também fala sobre os atores e temáticas que sobressaem dessa análise e de que forma o jornalismo incorpora novas formas retóricas para se tornar mais eficiente.
Ensaios de Comunicação Estratégica
Autor: Eduardo J. M. CamiloNo livro, o autor homenageia alguns amigos e aproveita para dar uma amostra representativa de textos que falam de comunicação estratégica, discursos políticos, teorias de comunicação publicitária e a análise do discurso publicitário (comercial).
Vitrine e vidraça: Crítica de Mídia e Qualidade no Jornalismo
Através da obra, o autor procura discutir a qualidade no jornalismo e tenta refletir sobre democracia e responsabilidade social. O livro está atrelado também ao debate sobre a ética, a formação dos novos jornalistas, a inovação e a busca da excelência técnica.
Cidadania Digital
Autor: Isabel Salema Morgado e António RosasNeste livro, os autores vão procurar encontrar respostas para a questão da cidadania digital, apresentando análises de realidades diversas cujo enquadramento comum são os usos que os cidadãos fazem das redes digitais.
Homo Consumptor: Dimensões Teóricas da Comunicação Publicitária
Autor: Eduardo José Marcos CamiloConceitos de Comunicação Política
Autor: João Carlos Correia, Gil Baptista Ferreira e Paula do Espírito SantoVislumbra-se com este livro um aprofundamento dos estudos nesta área visível da imprensa universitária e especializada e na formação de Grupos de Trabalho nas Sociedades Científicas nacionais e internacionais.
Marketing e comunicación
Autor: José Sixto GarcíaA obra fala das relações existentes entre a comunicação, o jornalismo e o marketing. Também apresenta uma nova categoria do marketing voltada para a comunicação, chamada de Marketing da Comunicação.
O Paradigma Mediológico: Debray depois de Mcluhan
Autor: José António DominguesO problema geral do livro remete para o exame do poder constitutivo da mediação em seis momentos fundamentais: teológico, filosófico, gramatológico, representacional, técnico-científico e digital.
Direitos do Homem, Imprensa e Poder
Autor: Isabel Salema MorgadoEntendida por muitos como marco civilizacional, coube-me procurar compreender como é percepcionada a Declaração Universal dos Direitos do Homem, na sua dupla projeção: como representação social objetivada no discurso e como enquadramento de uma certa prática política enquanto proposta de exercício do poder para todos os Estados.
Redefinindo os gêneros jornalísticos: Proposta de novos critérios de classificação
Autor: Lia SeixasInformação e Persuasão na web: Relatório de um projecto
Autor: Paulo Serra e João CanavilhasO projeto procura estudar os princípios a que terá de obedecer a construção das páginas Web das instituições de ensino superior públicas portuguesas. Delineou-se, para a execução de tal objetivo, uma investigação focada nos utilizadores, e que confrontasse estes com as diversas possibilidades de organização da informação, de modo a apurar as que se revelariam, de facto, quer como as mais persuasivas, quer como as mais satisfatórias das necessidades e interesses desses mesmos utilizadores.
Webnoticia: Proposta de Modelo Jornalístico Para a Internet
Autor: João CanavilhasManual da Teoria da Comunicação
Autor: Joaquim Paulo SerraA obra mostra como a comunicação assumiu um lugar tão central na nossa sociedade.
Jornalismo Digital de Terceira Geração
Autor: Suzana Barbosa
Sociedade e Comunicação: Estudos Sobre Jornalismo e Identidades
Autor: João Carlos CorreiaA obra cita, no plano da indústria mediática, a tentativa de pensar formas alternativas de comunicação que privilegiem uma relação dinâmica com os públicos, aberta à crítica e à partilha de saberes, ao confronto de opiniões e de argumentos, à pluralidade de discursos, por oposição ao paradigma constituído pela comunicação de massa.
Comunicação e Política
Autor: João Carlos CorreiaEste livro tem as qualidades e fraquezas do pioneirismo. Reflete um certo ponto da investigação portuguesa nos domínios da Comunicação e Política.
Comunicação e Poder
Autor: João Carlos CorreiaA obra fala da comunicação e do poder como dois conceitos englobantes, alegadamente monumentais, dotados de uma vastidão conceitual suficientemente abrangente.
A Persuasão
Autor: Américo de SousaO estudo da persuasão pressupõe uma viagem pelos territórios teóricos que a sustentam: a retórica, a argumentação e a sedução.
A Informação como Utopia
O libro mostra como a “sociedade da informação” tem as suas raízes no ideal iluminista de uma sociedade constituída por cidadãos que, partilhando o saber, podem decidir democraticamente, partilhando o poder.
Manual de Jornalismo
Autor: Anabela GradimÉ um manual extremamente conservador, tanto na forma de encarar a imprensa e o seu papel, como na ideologia e propostas implícitas e explícitas ao longo do texto.
A Letra: Comunicação e Expressão
Autor: Jorge BacelarO autor fala de como o homem descobre maneiras de estabelecer registros que duram por muito tempo e como foi a evolução formal dos símbolos tipográficos ao longo das últimas décadas.
Jornalismo e Espaço Público
Autor: João Carlos CorreiaO objetivo deste trabalho é, com recurso a uma perspectiva interdisciplinar, indagar sobre a natureza da relação entre a indústria jornalística e os seus públicos no contexto de uma sociedade de massa.
Semiótica: A Lógica da Comunicação
Autor: António FidalgoO livro discute a semiótica através de dois fatores que, de acordo com o autor, demarcam os estudos semióticos contemporâneos em comparação com os antigos e, simultaneamente, instituem a semiótica como ciência.
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